sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Divagações sobre as Revoluções, por Angélica Nelice dos Anjos Berres

"A INVENÇÃO DA MÍDIA"

Um jovem chamado Konroad Zuse acordou um dia inspirado em fazer algo diferente, uma coisa nova. Levantou e foi aos seus afazeres do dia-a-dia. Foi à Universidade, após a sua aula dirigiu-se ao laboratório para tentar elaborar algo que tinha na sua mente, mas não conseguia passar para o papel.

Assim, semanas e mais semanas se passaram. Em um dia não muito conveniente, com muita chuva, ele conseguiu passar aquela imagem a um simples papel. Quando terminou, percebeu que sua ideia era viável, um projeto que poderia dar certo. Como estava muito tarde, resolveu ir para casa. A comunidade já havia dormido, mas Konroad estava intrigado em saber como construiria aquele projeto, em fazê-lo virar real, pensou até em desistir, talvez aquilo não seria útil.

Algum tempo passou e o projeto de Konroad veio mais uma vez em sua mente. De uma forma ou outra queria terminá-lo, mas não sabia como.

Após a sua graduação na Universidade, Konroad estava indo ao trabalho, no trajeto imaginou como faria aquele rascunho sair do papel. Pediu férias no seu trabalho e foi imediatamente para casa. Em seu laboratório, começou a construir seu projeto, passou suas férias se dedicando à sua máquina. Esse trabalho levou meses.

Quando foi testar a sua máquina, ficou surpreso ao conseguir ligá-la, pensava como havia conseguido transformar aquela idéia, que num primeiro momento parecia inviável em realidade. Seu colega de trabalho, John, quase desistiu de falar com Konroad. Ficou tempo batendo na porta e ninguém atendia. Konroad, quando recebeu o amigo, resolveu contar sobre sua invenção. Levou John até seu laboratório.

John ficou surpreso, não imaginava que Konroad tivesse trabalhando em uma invenção, tampouco que ele conseguisse terminar o projeto. Conversando, Konroad e John deram o nome de computador ao invento.

John, voltando para casa, encontrou alguns amigos, tomou liberdade e contou sobre a invenção do computador de seu amigo Konroad, “Uma máquina grande, fantástica, vocês não podem imaginar as suas funcionalidades”.

Alguns dias se passaram e foi aumentando o número de pessoas que sabiam sobre o computador. Com conversas aqui e ali, logo o mundo inteiro soube da existência de uma máquina inventada em uma pequena comunidade.

Konroad estava muito feliz, mas não por se tornar uma pessoa famosa, mas sim por sua invenção ser reconhecida no mundo, e ter sua importância reconhecida pelas pessoas, independente da idade. Ele também ficou muito grato com John, que de uma forma indireta, ajudou muito para que as pessoas reconhecessem o quanto o computador pode facilitar e simplificar tarefas.

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