sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Divagações sobre o 'século da depressão', por Jéssica Azeredo

“A Corrida Espacial”

A corrida espacial aconteceu durante 18 anos no período da Guerra Fria, o objetivo da mesma era uma competição espacial tecnológica, entre a URSS e os EUA. A corrida começou com o lançamento do satélite artificial SPUTNIK da URSS, em 04 de outubro de 1957.

O primeiro ser vivo a pisar no espaço (conhecido) não foi um humano e sim uma cadela (LAIKA), que subiu ao espaço no dia 03 de novembro de 1957. Yury Gagarin foi o primeiro homem a 'pisar no espaço' no dia 12 de abril de 1961.

Nos primeiros anos o número de satélites da corrida espacial multiplicou-se. Em julho de 1958 foi criada a agência espacial dos EUA, a NASA, a responsável por coordenar todo o esforço estadunidense de exploração espacial e administrar o programa espacial dos EUA.

Na noite de natal de 1968, os primeiros astronautas chegaram a lua: Buzz Aldrin, Frank Bormann, James Lovell Jr e William Anders, os mesmos eram estadunidenses.

Os EUA gastaram bilhões para conseguir chegar a Lua antes que a URSS, mas a experiência rendeu pontos a corrida, pois Buzz deixou lá, as marcas da bota que usava e junto aos seus companheiros pregou uma bandeira do EUA e proclamaram a frase:

”Um pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade”.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Divagações sobre Napoleão Bonaparte, por Willien Ostvald

"Napoleão um grande Imperador, um baixo homem"


Napoleão Bonaparte era um jovem militar que depois de algumas vitórias se tornou comandante do exército francês. Ele achava que o fato de se tornar comandante o deixaria maior; ele tinha no máximo 1,60m.

Certo dia, ele foi falar com a maior ‘gata’ da França:

- Querida Josephine, agora que eu sou um “grande” comandante, você será minha esposa.

Então Josephine respondeu:

- É claro, eu sempre quis me casar com um homem forte, alto, corajoso...

Mas na verdade o que ela queria ter dito era:

“Por acaso você acha mesmo que eu me casaria com alguém gordo, baixinho e que anda na rua de ceroula se achando o bã-bã-bã? Piro na batatinha?”

Bem, mas não foi isso que aconteceu. Josephine se casou com Napoleão, que então decidiu invadir a Rússia (pior besteira que Napoleão já fez), uma região muito fria. Como Napoleão e seu exército andavam “arrumadinhos”, é obvio que eles passaram frio. Mas para lá foram, ao comando de Napoleão, montado em seu cavalo Branco (de cor negra) e tremendo de frio; Pensava: “será que o russo está quentinho com aquele casaco?”

Napoleão e seu exército perderam a guerra. Poucos conseguiram voltar à França.

(Napoleão morreu)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Divagações sobre a viagem da Família Real para o Brasil, por Camila Baumann

A viagem dos 'pirados'


Em um certo dia, a família real portuguesa, juntamente com toda a riqueza que pode levar, veio para o Brasil. Isso aconteceu em 1808 - consequente fuga da pressão política imperialista de Napoleão Bonaparte. Nesta viagem estavam: D. Pedro I, D. João VI, D. Carlota Joaquina e o Capitão.

Durante a viagem, D. Pedro I tinha cerca de 10 anos de idade, por isso ficava correndo de um lado para o outro do navio - e 'enchendo o saco' do Capitão:

- Já estamos a chegar? Já cheguemos?

-HRU!HRU!HRU! - exclamava o capitão.

Tempo depois, todos no navio já estavam se coçando por causa da falta do banho.

-COÇA!COÇA! - Dizia D. João. Enquanto D. Pedro I, repetia:

- Já estamos a chegar? Já cheguemos?

-Hru...Hru – dizia novamente o capitão.

Nessa 'loucura toda', D. Carlota pegava a água limpa que eles tinham para beber e fazia um belo de um banho:

-XUA!XUA!XUA!.

Isso fazia o capitão ficar 'doidão de raiva'...

O tempo passou e a falta de comida e água se tornaram mais aparentes. Também, tiveram outros problemas, como: propagações de ratos, ratazanas, baratas, piolhos e outras coisas desconhecidas pela realeza. D. Carlota era 'meio' burrinha e não entendia que poderiam ficar sem ter água mais para beber. Mesmo assim, ela fazia mais um banho:

-XUA!XUA!XUA!.

Depois disso frequentemente acontecer, o capitão impediu D. Carlota de tomar banho com a água limpa (potável). A consequência dessa ordem foi que Carlota queria se banhar no meio do oceano atlântico:

-Haaaaa... mais essa água é tão limpinha!

-O que? Como? Você vai morrer afogada se quiser nadar ai! - Dizia o capitão.

-NHÉÉÉÉ - Retrucava Carlota.

Nos quase três meses de viagem o navio só ficou balançando de um lado para o outro – seguindo o ritmo bravo do mar; D. João só ficou vomitando 'a paisagem'. Enquanto João verde perdia peso, D. Carlota insistia em causar problemas e criar maluquices:

- Capitão! Tô com frio: eu vou fazer uma fogueira!

- O que? Você vai botar fogo no navio - dizia o capitão.

- NHÉÉÉÉ! - Respondia Carlota.


Coitado desse capitão... Teve que aguentar as pirações da família real portuguesa, sem muito reclamar. Este homem, provavelmente ficou 'louco'.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Divagações sobre as Revoluções, por Angélica Nelice dos Anjos Berres

"A INVENÇÃO DA MÍDIA"

Um jovem chamado Konroad Zuse acordou um dia inspirado em fazer algo diferente, uma coisa nova. Levantou e foi aos seus afazeres do dia-a-dia. Foi à Universidade, após a sua aula dirigiu-se ao laboratório para tentar elaborar algo que tinha na sua mente, mas não conseguia passar para o papel.

Assim, semanas e mais semanas se passaram. Em um dia não muito conveniente, com muita chuva, ele conseguiu passar aquela imagem a um simples papel. Quando terminou, percebeu que sua ideia era viável, um projeto que poderia dar certo. Como estava muito tarde, resolveu ir para casa. A comunidade já havia dormido, mas Konroad estava intrigado em saber como construiria aquele projeto, em fazê-lo virar real, pensou até em desistir, talvez aquilo não seria útil.

Algum tempo passou e o projeto de Konroad veio mais uma vez em sua mente. De uma forma ou outra queria terminá-lo, mas não sabia como.

Após a sua graduação na Universidade, Konroad estava indo ao trabalho, no trajeto imaginou como faria aquele rascunho sair do papel. Pediu férias no seu trabalho e foi imediatamente para casa. Em seu laboratório, começou a construir seu projeto, passou suas férias se dedicando à sua máquina. Esse trabalho levou meses.

Quando foi testar a sua máquina, ficou surpreso ao conseguir ligá-la, pensava como havia conseguido transformar aquela idéia, que num primeiro momento parecia inviável em realidade. Seu colega de trabalho, John, quase desistiu de falar com Konroad. Ficou tempo batendo na porta e ninguém atendia. Konroad, quando recebeu o amigo, resolveu contar sobre sua invenção. Levou John até seu laboratório.

John ficou surpreso, não imaginava que Konroad tivesse trabalhando em uma invenção, tampouco que ele conseguisse terminar o projeto. Conversando, Konroad e John deram o nome de computador ao invento.

John, voltando para casa, encontrou alguns amigos, tomou liberdade e contou sobre a invenção do computador de seu amigo Konroad, “Uma máquina grande, fantástica, vocês não podem imaginar as suas funcionalidades”.

Alguns dias se passaram e foi aumentando o número de pessoas que sabiam sobre o computador. Com conversas aqui e ali, logo o mundo inteiro soube da existência de uma máquina inventada em uma pequena comunidade.

Konroad estava muito feliz, mas não por se tornar uma pessoa famosa, mas sim por sua invenção ser reconhecida no mundo, e ter sua importância reconhecida pelas pessoas, independente da idade. Ele também ficou muito grato com John, que de uma forma indireta, ajudou muito para que as pessoas reconhecessem o quanto o computador pode facilitar e simplificar tarefas.